domingo, 3 de julho de 2011

Amor não.
Não tem meia
Não tem inteira
Não sobe
Não desce
Desliza
Derrama

Amor não faz
Transfaz
Desfaz

Amor eu sei lá
O vento levá
O fogo queimá
O tempo apagá

Amor assim
Fora de mim
Muda todo o ruim
Até um pôr fim;

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Hoje eu queria um diálogo, um ponto final que fosse.


Ouvir palavras ao vento, instantes perdidos no tempo,
a tradução de qualquer musica bonita.

um tapete macio, meias rasgadas com café quente.


Pra olhar as mil cores do céu e bocejar em algum pôr-do-sol. Entrelaçar a minha alma e a sua numa porta de saida.


O vento espalhando as folhas (e o seu cabelo),
o certo e o errado

numa mistura isenta de consequências.



segunda-feira, 2 de maio de 2011

.

E toda vez que o céu se embrulha de cinza, meus ouvidos imploram a nossa velha canção.

quarta-feira, 16 de março de 2011

let's have some fun...

e hoje o sol se pôs
debaixo da minha cama

ele se enrroscou nos lençóis

sufoquei-o com meu travesseiro
pra ninguém achar.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Se você gosta de Pina Colada
E de tomar banho de chuva
Se não está está no yoga
E tem apenas meio cérebro
Se gosta de fazer amor a meia noite
Nas dunas de Cabo
Então eu amo o que você parece ser.

Escreva para mim
e fuja.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

e

corroe por dentro
por não saber

de não prever
e só rever

escorre a alma

espuma a boca

inquieta a garganta

Ah

se soubesse eu, do viver
não bastaria só sair
entrar e arrombar

portas e janelas
esquinas e buracos

abraços
e outros afagos.

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